2.6.06

Céu de Cio

Era uma vez
Noite de céu adentro
As estrelas refletiam
Toda cultura
Da música produzida alagoana

Porém fomos enganados
Por aqueles que se deram o direito
De nos prover esperança

Onde estava a diferença
A disparidade
A dissemelhança
Quando fomos subjugados
Sob os olhares inquisitores
Da dita nata da cultura local
?

Maldita... seria a noite
Em que toda a Terra tremesse
E saculejasse todas as pulgas parasitas
De cachorros vira-latas
Que vivem atrás do cio
De cadelinhas de madame

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