30.1.05

Próximo Filme:

Das HQs para as telas de cinema...

Sim City

Ainda não achei nada sobre ele, só sei que sai nos cinemas em abril e vi um trailler... muito louco o filme.

29.1.05

Meu corpo atirado como um projétil no chão da moral e dos bons costumes... tsc.. tsc..
Incrível como a hipocrisia mascarada corre nas veias dos seres humanos. Pior que isto, é conviver com isto, perceber e não poder falar, pois a hierarquia familiar e a boa educação não lhe permite levantar-se do mesmo chão e atirar verdades enjauladas na garganta destes 22 anos de sofrimento em puro vão. Onde será que estacionei minha lambretinha para dar minha volta ao mundo? O fracasso de quase conseguir o que se quer é, às vezes, bem pior que o próprio comodismo. Sangue-Suga... Sangue-Suga... e vem novamente a certeza de que umas das piores drogas do mundo, é o espírito caído.

26.1.05

Às vezes passeamos pela internet e encontramos coisa que nos deixam boquiabertos pelo tamanho da besteira que são. Mas algumas outras vezes, até conseguimos utilizá-las de alguma maneira que nos acabam trazendo um sentido mesmo que incomum.

Um belo exemplo é este código que achei na internet e fiz questão de fazer algumas adaptações para o contexto atual. Passem o mouse sobre a palavra LUTO.

25.1.05

Querido Diário...

Acho que já lhe falei sobre um jogo onde todos deveriam sair ganhando, ou melhor, um jogo que não deveria ter vencedores, nem perdedores. Onde o empate geral seria a meta, o objetivo e assim, todos os jogadores deveriam se ajudar mutuamente para numa forma de socialismo com bases anarquistas, onde não se teria um líder e as regras seriam bastante claras no caráter de cada indivíduo participante. Acho também que já lhe pronunciei o nome para o mesmo de VIDA.

Tenho algumas teorias sobre ela, eis que juntei algumas e formei um...

Ensaio Teórico Sobre a Vida e o Tempo:

1 - Não adianta querer andar rápido e deixar sua VIDA de lado, ou pior, para trás. Nem muito menos andar em passos de tartaruga e deixa-LA ir sem nenhuma carícia de despedida ou ao menos um adeus. O que temos que fazer é caminhar junto com a MESMA, nos mesmos ritmos e sintonias, sem maldade alguma e ELA se encarregará de te presentear com o que desejas.

2 - Tem que se perceber que o PRESENTE é um estado contínuo e dinâmico, ou seja, está em constante movimento. Enquanto o MESMO anda, assim como a VIDA, vai-se aumentando os centímetros na régua do PASSADO e diminuindo os da do FUTURO.

3 - Então que se deve andar em HARMONIA com a VIDA no PRESENTE. Não se deve passar ELA pensando somente no FUTURO, até que ele venha. Nem muito menos trabalhar eternamente nos museus do PASSADO, pois que essa nunca mais chega (não da mesma maneira). Assim se forma o triângulo; geometricamente, a base mais segura de todos os polígonos regulares e irregulares.

24.1.05

Toinho esbravejou fogo de suas narinas fazendo todo o cinema ficar mudo pela segunda vez. Um vômito pálido saira por derredor de seus lábios. Suas veias oculares saltavam em palpitação rítmica, no contratempo das batidas de seu maleável coração. Mariazinha se encontrava em pé, ao lado direito de seu pai, todo poderoso, senhor das terras que abrange desde o sul até o norte de Capirissiringa. E ele continua ali, melando seu sangue no sangue do maledito. Mariazinha chora, chora como uma Iara presa num circo de inutilidades perpétuas, chora a dor da perda e a alegria da liberdade incondicional. Mas Toinho que se sentira tão forte nos dois últimos minutos, tão forte quão nunca fôra em toda sua vida, sente-se o mais fraco de todos os homens, mais fraco que Zé Pedro da padaria, cuja a esposa lhe corneia uns chifres bem pontudos todos os sábados e vai com ele à missa de domingo pedir carinhos ao padre no confessionário. Mais fraco que o Mané das cabritas, pobres bichinhas injustiçadas pelo apetite sexual de um louco que cresceu só nesse mundo que às vezes é irrigado por São Pedro. Toinho não aguentou, mesmo vendo a felicidade estampada no rosto de sua vida em forma feminina, ele não aguentou. Seus pulsos pulsaram tão rápido que suas pernas fraquejaram e seus joelhos molharam no sangue calvo do Sr. Cação Resende que ainda vivo, enfiou-lhe a peixeira nas costas, num último ato de maldade para com alguém daquele povo varrido pra debaixo do tapete insano do mundo.

23.1.05

Eu não aguento mais esse coração partido, essa angústia sufocando no peito, os olhos lacrimejando e a corisa constante. Eu não aguento mais isso que rasga por dentro, sem dó, nem piedade. Essa dor incessante e essa perturbação mental. As incertezas cada vez mais certas e esse algo na cabeça que insiste em martelar. Eu não aguento mais pedir pra parar de ouvir teu choro, pra parar de acordar teu sono ou para apagar esse fogo. Não aguento mais estas despedidas infinitas e essa vontade de querer ser e estar só. Não aguento mais não saber quando entendes o que eu digo ou quando apenas sai pelo outro ouvido, a resposta das incríveis perguntas de como nos resolver. Eu não aguento mais olhar a ponta da faca e não espetar-me. Eu não aguento mais tentar desatar essa corda que nos laça com um nó de marinheiro.

21.1.05

Assum olhou levemente pelo ombro esquerdo e confirmou o que seu medo tanto cogitara com a angústia de quem está sendo seguido, eram eles, com certeza eram eles e a dúvida corroeu seu corpo como vermes decompositores restejando perantes seus implacáveis destinos de revirar e refazer buracos em defuntos frios e pálidos. O que fazer diante de tal situação? Correr? Não, não seria a melhor idéia, podia empunhar o 38 prateado que trazia na região penial, mas ele nunca foi disso, ainda agora, ele nem sabe ao certo o porquê do porte de tão perigosa relíquia. Mas é assim que a vida traça seus planos, desviando-lhes de uns caminhos perigosos uns dias, para por-lhes em outros piores depois, poderia ser engraçado, se não fosse tão trágico e puf... Nosso herói acaba de perceber as gotas de suor escorrendo pelo rosto preto da cor de carvão, nunca mais namorará nenhuma loira, muito menos essas com cara de sem-vergonha que nos faz suspirar no deleite do pecado carnal. Ah! Lorinha fia da peste! Como era gostosa... ele sabe disso e como sabe... toda santa noite iam os dois, num contraste corporal de dar inveja a qualquer prostituta de shopping center... toda santa noite atrás da igrejinha. Só que um dia a fia da peste num foi, ele esperou, esperou, esperou, mas a fia do cranco num foi, por isso hoje ele corre assim desesperado. Finalmente lembrou, como de susto, o que a droga da arma lhe fazia na cintura. "Eu sinto muito." - Foram suas últimas palavras jogadas ao léu do rosto branco de seu copinho de leite, jogadas segundos depois de abravariar dois tiros ao meio daqueles seios tão decilicios que despertara malícia nos rapazotes da região. Agora corre, corre que o bicho vai pegar, antes tivesse atirado no frangote que corniava uns chifres salobros em sua cabeça encaracolada, mas destino é destino, não se vai contra ele. "Corre negão, corre filho da puta, corre que eu quero te ver suar" - Foram as últimas coisas que ouviu antes de disparar a terceira bala em sua própria cabeça - "Corre negão, corre que eu vou te fazer chegar no inferno."

20.1.05

Enfim...

Chefe é tudo igual em todo lugar do planeta, foram apenas pedir um suposto aumento salarial e aquela velha balela de sempre: "Não pq. isso, não pq. aquilo, você sabe que estamos assim, você sabe que estamos assados".
E elas retrucaram: "Infelizmente tb estamos do mesmo jeito, aumento das passagens, aumento da gasolina, mensalidade da faculdade, o leito dos meninos."
Mas não teve jeito, e lá vem ele de novo: "Vou pensar sobre isso, mas vocês sabem que esses meses não isso, não aquilo".
Pois bem, ficarão na expectativa de uma mínima porcetagem de aumento em sesus salários que nem na carteirinha azul estão.

Enfim... estão fudidas, o lance é diminuir as despesas e danar a fazer programa!

OH!!! YEH!!!!

"A vida não tá fácil pra toda família..."

17.1.05

Muito Bom!!!

Aos que não sabem o clássico musical infantil "A Fantástica Fábrica de Chocolate" vai ser relançado e dessa vez Willy Wonka será interpretado por nada mais, nada menos que: Johnny Deep - como amigos e eu gostamos de chamar, o multi-facetas.

Quem quiser conferir o trailler deixo um link aí embaixo...

A Fantástica Fábrica de Chocolate - Trailler

Descobri que o Avô de Lex também começa com L, mas para a contagem continuar igual, descobri também que Lex vem de Alexander... o que não diminiu a ânsia do autor em nada.

Acredito que quem escreveu as histórias do super-homem foi o Maurício de Souza e quem deu continuação foi o Cebolinha!!!

16.1.05

As coisas são aparentemente incríveis, quando queremos tentar dar créditos a elas, por exemplo... porra nenhuma... não quero escrever porra nenhuma, mas continuo sentado aqui, esperando que algum desvaneio tolo me tire a inércia cerebral e me faça fraquejar os dedos em cima das teclas alvas de meu aparelho transmissor. Sei que vivi o suficiente para não continuar acreditando em nada, sem que não fazer sentido faz sentido... aquela velha história de qual é a excessão de que toda regra tem que ter sua excessão. Apenas gostaria de deitar e dormir, mas minha mente coça e diz... "senta e escreve algo, pois hoje foi um domingo produtivo"... se a mente é minha, pq. diabos tive que colocar aspas?!

10.1.05

Diante os acontecimentos dos últimos dias, não posso ficar estagnado corroendo-me de indignação, fúria ou qualquer tipo de sentimento tão humano quanto qualquer outro. Sobre o "FATOR RESPONSÁVEL" pelo ato, só penso em um castigo para ele, amarra-lo em praça pública e deixar que seja sodomizado por um cavalo manga-larga. Pois morrer é mole, dureza é enfrentar humilhação.

E para Rá, com qual não tive um relacionamento tão intimo e estreito, e sim nos lugares da vida, nas noites de bebedeiras intermináveis, criando sons inimagináveis, sorrisos largos de hálito azedo. Pois é, o rapaz por horas querido, por vezes desprezado (perante sua infinita insistência de "acompanhar" com sua gaita qualquer barulho com sucessão agradável de sons), se foi. Digo, fisicamente, e cedo para muitos.
As coisas podem não parecer tão fáceis, enfim, somos nós que complicamos. Desnudemo-nos de nosso egoísmo ocidental. Senhores, Senhoras, as pessoas só estarão mortas, quando delas não houver lembrança. E no que depender de mim, Rá continuará vivo, em minha lembrança.
Como todos aqueles que passaram em minha vida e que se foram pelo tempo, ou por acontecimentos trágicos, costumo guardar uma lembrança simples ou complexa, rotineira ou insólita.
Pois bem, do Rá, a memória que se faz mais aparente em minha mente:

O lugar, UFAL, o ano não me vem ao certo. Desenrolava-se no gramado-capim-lama o II FUCA. Estava, eu, sentando num tronco, próximo os instrumentos da Dona Maria, que seria uma das atrações da noite. Dedilhava como de costume meu violão e como de costume o Rá se aproximou. Também como força do hábito, me pediria ele, um blues, inverti o processo e saquei rapidamente o som do violão, Salve Salve Estrelinha (composta por mim e Artur, música e letra nesta mesma ordem). Rá, com reflexo voraz, puxa sua preciosa gaita e acompanha-me, logo, nos acompanhamos. Som feliz e sorridente saiu naquela noite, na qual a única estrela estava no título da música. Findado o som, como de costume Rá me pede um cigarro.

Esta, minha memória mais querida e feliz que tenho dele, é claro que muitos foram os momentos juntos antes e depois deste, mas esta em particular está guardada, aqui.
Pois é, meu camarada Rá, queria muito ter estado no seu enterro, e com a alegria de minhas lembranças, depositado em seu caixão, meu último cigarro ofertado para ti e com meu violão te honrar com uma salva de "Salve Salve Estrelinha".

Siga em paz, amigo. Onde quer que seja.

O gordo me lembrou que no FUCA 2, antes da Dona Maria tocar, o Rá chegou e pediu um blues, eu e o Gordão tínhamos composto uma música naquela época e o Rá ficou fissurado nela, virava e mexia ele perguntava sobre ela, pois tá aí Rá, sua música cara... essa é sua música... é a sua cara... e tem tudo a ver... paz irmão... muita paz!!!!

Salve Salve Estrelinha

Uma estrela linda me falou sobre as nuvens lá do céu
Desenho um cata-vento colorido em barquinos de papel
Paixão, sinceridade, igual a amizade
Vou lembrando do que eu nunca esqueci
Que tudo o que invento nessa vida pode ser até verdade

Uma estrela linda me falou sobre a vida de algodão
Ao fechar os olhos sempre choro é culpa da escuridão
E a fada dos desejos, acalma esse medo
E me fala em nunca precisar mentir
Aí acordo e vejo o mundo todo colorido

Sei que ainda sou criança
E é assim que quero ser pra sempre
Sempre ouço a esperança
Criança que é criança nunca mente

Salve, salve, salve estrela
Salva, salve estrelinha

Meu Primeiro Enterro

Não lembro bem como cheguei lá, nervosismo eu acho. Assim que cheguei, deparei-me logo com uma garota linda que sorriu pra mim, isso na entrada. Fui caminhando em direção ao meu destino, reparei pouco nas flores e nas árvores, mas percebi a enorme quantidade de verde que preenchia o tato de meus olhos. Passei por algumas capelas, em uma delas algumas pessoas conversavam, mas não reconheci ninguém.

Logo mais adiante destacava-se um aglomerado de gente, em sua maioria tristes. Um dos gêmeos chorava muito e assim fui reconhecendo as pessoas ao meu redor, algumas olhavam pra mim e faziam um rosto sereno, mas ninguém dizia nada pra ninguém, não pude chegar mais perto, estava muito cheio e todos muito apertados e fixados na cerimônia. Também não sei se queria chegar tão perto.

Caminhei um pouco mais e fui para o outro lado do amontoado, toquei nas costas de alguns amigos, mas também não disse nada, o que se pode dizer nessas horas, foi nesse momento que vi uma das vítimas do tiroteio chorando desesperadamente, acompanhado por sua namorada, encostaram numa árvore que agora não me vem à mente sua espécie, mas creio que era um pé de eucalipto. Arrumei um cigarro, cheguei mais perto, um pouco depois, quando ele estava um pouco mais calmo e ele proliferava em palavras curtas toda sua insatisfação, narrando partes do ocorrido e indagando que poderia ser ele ali. "Quem mundo é esse?" ou algo do gênero, foram as últimas coisas que ouvi de sua boca.

As pessoas começaram a cantar um VIVA gostoso e acolhedor e após bateram palma numa sintonia celestial. Fiquei todo arrepiado. Depois colocaram um rock pra ouvirmos em conjunto, sorri satisfeito e feliz. E assim alguns rostos tristes foram ficando alegres, outros foram embora e o nó cerimonial foi desatando, deixando espaços para que eu pudesse tomar fôlego e ir lá, prestar minha também homenagem visual. Fui, rezei um pouco e o número de pessoas foi diminuindo. Até que só sobraram alguns ao meu lado. Outros de longe, conversando.

Os que ficaram começaram a contar histórias e do nada, todos ali embaixo da pequena tenda armada para proteger a cova, já selada, do sol começaram a rir e cada um que contasse uma parte de um momento. O que me chamou a atenção foram as conversas do tipo do que queremos que tenha em nosso enterro e nesse; faltaram apenas os salgadinhos, pois de mulheres bonitas estava repleto.

Dois dos garotos ali presentes pegaram seus violões e começaram a tocar um blues, não pude resistir, sorri um sorriso cheio de dentes, tirei minha gaita favorita do bolso, sentei à beira de minha própria cova e toquei meu último som com meus grandes amigos. Até que foi divertido.


___________________
Nota do Autor: A garota que sorriu pra mim assim que cheguei ao local da narrativa, estava cantando em pé, ali, junto conosco, olhando fixamente nos meus olhos, senti que ela era única que realmente podia me ver naquele momento.

9.1.05

Minha "Imbecil" Máquina Cerebral Acordou e Disse:

- DAM... ÔuôUouÔ... DAM... MACEIÓ... DAM... TÁ VIRANDO CIDADE GRANDE... DAM... ôUouÔ...
TIROTEIO ATÉ TEM JÁ... DAM e desligo!!!

TU TU TU TU....


Pois é ó... depois do "TIROS NA BOATE ARENA" e "O PLANET CHAPOU O MARQUÊS", o mais novo epsódio é... "MOTOQUEIROS INJUSTICEIROS DO SHOW DA NAÇÃO ZUMBI".

Pelo que eu soube até agora, uns idiotas começaram uma confusão, outros idiotas foram embora com ar vingativo, voltaram, atiraram e foram embora. Nessa brincadeirinha tem um amigo meu na cama do hospital com um tiro na cabeça, outro levou um tiro de raspão também na cabeça, outros feridos não tenho notícia, além de outro que levou um tiro no fígado, segundo relatos. E mais uma coisinha...


Filhos das Putas Sem Mãe, eu quero mais é que vocês se fodam e que a mente de vocês entre em colapso e vocês tenha que viver num manicômio pelos fins de seus dias.

"Você com um revolver na mão é um bicho feroz, sem ele anda rebolando até muda de voz."
Bezerra da Silva

Às vezes nos é melhor acreditar na mentira das ações de uma pessoa, do que na verdade propriamente dita. Deixar que o sentimento de inocência fale mais alto, se é que este pode ser tido como sentimento ou se pode ser dito que fala. Por exemplo, se te falam que a pessoa X agiu de forma Y, você acredita que foi por motivo Z, pura e simplesmente para não se dar ao trabalho de ter que se sentir triste por aquela pessoa X ter agido de forma Y com uma suposta pessoa A ou B ou C ou até mesmo você. Por fim, acabamos virando advogado de defesa daquela pessoa e o pior, também fazemos papel de promotoria.

7.1.05

Coluna do Site da MTV sobre a Cena Alagoana... clica aí e confira.

"Talvez você ainda não tenha ouvido falar em Wado, Mopho, Casa Flutuante, Xique Baratinho ou Sonic Jr. Podem até soar como nomes estranhos para você. Sinceramente? O azar é seu, pois isso só mostra sua desintonia com uma das melhores cenas musicais do Brasil na última década. Os nomes acima representam alguns dos principais expoentes da nova música de Alagoas, que juntos de alguns outros formam um dos cenários mais fortes e criativos dos anos 90 para cá. "

3.1.05

Uma coisa que eu talvez nunca vá entender é pq. o autor de Smallville gosta tanto da letra L, ou seja, já não basta na vida do Super-Homem existirem a Louis Lane e o Lex Luthor, o cara ainda cria uma personagem cheia de amor e sensualidade chamada Lana Lang e a verdadeira face do mal, Lionel Luthor...

Eu Heim?! Será que o Lionel já era pai do Lex nos Gibis? Pq. assim reduz a culpa do autor de Smallville. Mas bah...

1.1.05

Aos amantes dos vídeos, documentários e terrorismo poético:



"Polêmico, ousado, engraçado, cara de pau, Michael Moore é hoje um dos maiores nomes do cinema documental. Diretor do premiado "Tiros em Columbine" e "Farenheit 9/11", Moore mostra em The Awful Truth que basta uma câmera na mão, coragem e um 'inimigo da comunidade' para se fazer uma ótima série de documentários." [+] >>

Fantástico mesmo foi o que não lembro que talvez fiz dos 27 aos 42 anos de minha vida, quando finalmente acordei dos terriveis sonhos sexuais que tinha enquanto jazia na maca fria de lençóis azuis do Hospital Geral Frida Gusmão. Restou-me então fortes dores na virilha e marcas de mordiscadas no pescoço. Se por acaso foi aquela enfermeira de corpo branco e esbelto, de busto grande e agradável e pelos loiros, fico feliz. Se foi o pensamento impuro que que acaba de entrecortar a minha mente como forma de desvaneios seguidos e atormentados, continuo infeliz do jeito que já fui antes do maldito acontecido.

Infeliz pela mulher que nunca tive e que mesmo assim caiu nas graças de outro. Infeliz pelos filhos que nunca desejei e hoje sinto tanta falta. Pela 38 que não comprei e que hoje faria justiça ao meu sofrimento solitário e sordido, com esses de sombrio e sem sentido. Talvez que minha fé ainda não tenha sido abalada, por isso redijo palavras que nem sei se passearam um dia por este cérebro infame e inflamável como o conjunto que agora é. Preciso me ater a algum super-heroi imbatível como o Chapolin ou o Capitão Caverna, ou o mendingo da esquina o qual eu chamara de vagabundo.

Para terminar esta tragédia grega, cito com enorme pesar um de meus poemas de fase de esperança: "Jaz aqui um homem forte."

Pois é, vamos lá, tentar o DELEITE dos ESCRIBAS.

Enquanto a pele buscava a necrose, esparramada confortavelmente nesta cadeira que me aconchega, me guarda, me acalma, o ano se foi. Tão veloz quanto a suçuarana, enfim, findou-se. E o que mudou? Tudo. Mesmo tempo que nada, também.
As agradáveis inutilidades que fazia, agora, já não faço. Sozinho nesta poluição, de cotidiano estressante, li e vi, muitas cousas. Ahh, junto me apeguei as vírgulas, as palavras vulgares e o CHIAR na fala. E, se tem, uns quatro anos que penso CUAL área acadêmica seguir e não o fiz, como poderia faze-lo em 2004? É, não o fiz.
Insatisfeito? Sim, não, talvez. Ao menos, conheci todos os buracos de uma cidade, a qual, minha velha desconhecida. Ainda não encontrei o Q de maravilhosa, mas não desistirei, tão somente quando DESERTAR daqui, como fiz com minha amada MASSAYÓ, com os velhos pampas e ainda a cidade de todos os santos, e que só, circulei enquanto nascituro.
Ponderando, digamos, que foi um ano de vazio, de solidão. Com outra percepção, diria, de SEVERO AUTO-KNOWLEDGE ou espero que o tenha sido.
Idéias, estão nascendo ali no grande lóbulo frontal. E o futuro já chegou.


**O que mais me incomoda na solenidade e honrarias ao ano que chega, não são AS SOLENIDADES em sí. Mas chegar na segunda-feira, sabendo que o primeiro formulário (ou similar) possuinte data em branco, escreverei 2004 na FAIXA, por engano. Isso.Irrita. De verdade.